
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:
O Corinthians volta para o Brasil como vice-campeão mundial de clubes no feminino. Mas a meio-campista Ana Vitória não escondeu o descontentamento com a derrota para o Arsenal por 3 a 2 na decisão.
“A gente lutou bastante, mas a sensação de tristeza. Eu não tenho aquela coisa de sair satisfeita porque a gente fez um bom jogo. A gente veio com uma estratégia. Com o Gotham deu certo. Hoje em parte deu certo e é isso.”
A goleira Letícia, que fez defesas importantíssimas durante a final, falou sobre a importância de o time chegar onde chegou, e disse que agora é olhar para frente para o restante de 2026.
“Hoje a gente foi digno de Corinthians. Foi uma noite histórica. Desde o primeiro momento, a gente acreditou, nosso torcedor acreditou. Infelizmente o futebol foi decidido nos detalhes. O importante é defender essa camisa, independente de qual partida seja. Infelizmente não conseguimos nos consagrarmos campeãs, mas agora é se preparar, manter a cabeça boa para que a gente possa fazer um ano incrível”, disse Lelê.
Autora do segundo gol das Brabas, Vic Albuquerque comentou que a medalha de prata também representa muito para o futebol feminino: “A gente ficou muito perto do título. Eu sinto orgulho. Sinto que não foi um fracasso. A gente sabe que a gente precisa evoluir, principalmente na questão estrutural de todos os clubes do Brasil, e a gente não tá aqui representando só o Corinthians, mas o futebol brasileiro como um todo. E a gente mostrou pro mundo que somos capazes.”
Agradecimento à Fiel
Mesmo sendo minoria dentre as 25 mil pessoas que assistiram a partida, os torcedores do Corinthians cantaram durante todo o tempo. Ao final do jogo, as Brabas foram para perto do setor para agradecer a presença de todos.
“À Fiel, todo agradecimento é pouco porque estão sempre conosco, sempre nos apoiando nos momentos difíceis também e nos dando a força para correr atrás dos resultados também, disse Ana.
Vic reforçou: “Eu sou torcedora do Corinthians, estou sempre nas arquibancadas também e eu sei o quanto faz diferença para quem tá dentro do campo. Aqui a gente tão longe dentro de casa, não tem esse sentimento de família e a gente consegue sentir isso com a torcida. Eles vieram de muito longe e mostraram para o mundo que o torcedor corintiano é único e inexplicável. O que eles fizeram aqui é motivo de muito orgulho”.